quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Óleo de semente de uva


Fruto da videira, a uva está entre as frutíferas mais nutritivas utilizadas pela humanidade. Consumidas in natura ou na fabricação de vinhos, sucos, geleias e passas, ainda podem produzir óleo.

 
Esse óleo, extraído a partir de suas sementes (constituindo-se então um produto fabricado a partir de resíduos da indústria vinícola), apresenta alto teor de ácidos graxos insaturados, ácido linoleico e ácido oleico, além de apresentar propriedades antioxidantes devido a presença da vitamina E.

A vitamina E é um poderoso antioxidante que auxilia na manutenção e regeneração do tecido cutâneo. Já o ácido linoleico, também conhecido como ômega 6, é um ácido graxo com elevadas propriedades anti-inflamatórias, importante na cicatrização de feridas, por exemplo.

Segundo a ANVISA o óleo de semente de uva tem características similares ao óleo de girassol, sendo que os ácidos linoleicos e oleicos correspondem a maior concentração do óleo de uva.

A extração desse óleo é realizada pelo método de prensagem ou com a utilização de um solvente (Soxhlet). Pode-se ainda combinar os dois métodos. Das metodologias, a mais utilizada é a prensagem, onde o óleo é extraído com o auxílio de uma prensa mecânica que realiza o esmagamento das sementes removendo parcialmente o óleo.

Sua aplicação vai da cozinha aos tratamentos estéticos, podendo ser utilizado como hidratante corporal e na hidratação de cabelos ressecados.
 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Matos de Comer: Picão-preto

As plantas alimentícias não convencionais (PANC) são plantas que a maioria de nós não comemos, ou por falta de conhecimento, ou mesmo costume. Portanto, são plantas alimentícias que poderíamos consumir, mas não consumimos.

Incluem assim uma vasta gama de matos de comer ou hortaliças. Ainda, frutas silvestres e cultivadas em vários lugares; alguns tipos de grãos, vagens, feijões e cereais.

O interesse crescente por essas plantas não está somente em suas características nutricionais, mas também em sua valorização, sendo que as mesmas sofrem um sério risco de desaparecerem. Ainda, auxilia na valorização da nossa diversidade nativa, popularizando o seu uso em determinadas regiões.

Da serie Matos de comer, a sétima planta a ser citada é o: Picão-preto.


Apesar de ser uma planta daninha muito agressiva, o picão-preto apresenta vantagens interessantes para nossa alimentação.

Seu nome cientifico, Bidens, vem do latim e significa “dois dentes”, remetendo à forma de sua fixação em determinados lugares quando em contato. Como quando andamos em lugares que tem picão e eles grudam nos nossos pelos ou roupas.

Muito utilizado pelos indígenas, como planta medicinal, o picão é rico em vitaminas e minerais, como o magnésio, o ferro e o potássio.

Seu sabor levemente picante lembra o espinafre. Isso se deve, pois, o picão-preto apresenta muitas saponinas, por isso antes do seu consumo deve ser fervido.

Com crescimento rápido e abrasivo, apresenta flores amarelas, no caso do picão-preto e flores brancas, no caso do picão-branco, facilitando sua forma de identificação.

Para o consumo suas folhas jovens e brotos são mais gostosos. Suas folhas podem ser utilizadas em chás, na sopa ou colocadas no arroz que vai cozinhar, ou até na omelete.

Desidratada pode ser misturada juntamente com a farinha, a fim de enriquecer o pão, por exemplo.

Vale lembrar que essas informações foram obtidas através de estudos. Jamais poderão ser utilizadas plantas, raízes e frutos desconhecidos, podendo os mesmos ser tóxicos, ocasionando alergias até a morte.

Quando fizer a opção por PANC é de extrema importância ter a certeza que de fato são alimentícias. Para isso você pode consultar o livro Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, resultado de 10 anos de trabalho dos autores Valdely Kinupp e Harri Lorenzi.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Matos de Comer: Capuchinha

As plantas alimentícias não convencionais (PANC) são plantas que a maioria de nós não comemos, ou por falta de conhecimento, ou mesmo costume. Portanto, são plantas alimentícias que poderíamos consumir, mas não consumimos.

Incluem assim uma vasta gama de matos de comer ou hortaliças. Ainda, frutas silvestres e cultivadas em vários lugares; alguns tipos de grãos, vagens, feijões e cereais.

O interesse crescente por essas plantas não está somente em suas características nutricionais, mas também em sua valorização, sendo que as mesmas sofrem um sério risco de desaparecerem. Ainda, auxilia na valorização da nossa diversidade nativa, popularizando o seu uso em determinadas regiões.

Da serie Matos de comer, a sexta planta a ser citada é a: Capuchinha


Planta ornamental e rasteira, a capuchinha é muito utilizada na alimentação em diversos países. Com flores das mais diferentes cores e folhas arredondadas, seu sabor é picante e lembra o agrião.

Suas folhas podem ser usadas em saladas, omeletes e tortas.

Suas flores, que são ricas em carotenoides e vitamina C, são bem versáteis e famosas na cozinha, combinando com saladas, carnes e queijos.


Seus frutos também podem ser usados, podendo transforma-los em picles.

Para o seu cultivo não são necessários muitos cuidados. Para o plantio basta pegar uma muda ou um galho e colocá-lo em terra úmida. Ela não é exigente quanto à adubação, mas gosta de umidade no solo, por isso deve-se garantir que o mesmo não fique seco.

domingo, 28 de agosto de 2016

Matos de Comer: Vinagreira

As plantas alimentícias não convencionais (PANC) são plantas que a maioria de nós não comemos, ou por falta de conhecimento, ou mesmo costume. Portanto, são plantas alimentícias que poderíamos consumir, mas não consumimos.

Incluem assim uma vasta gama de matos de comer ou hortaliças. Ainda, frutas silvestres e cultivadas em vários lugares; alguns tipos de grãos, vagens, feijões e cereais.

O interesse crescente por essas plantas não está somente em suas características nutricionais, mas também em sua valorização, sendo que as mesmas sofrem um sério risco de desaparecerem. Ainda, auxilia na valorização da nossa diversidade nativa, popularizando o seu uso em determinadas regiões.

Da serie Matos de comer, a quinta planta a ser citada é a: Vinagreira


Também chamada de hibisco, recebe o nome de vinagreira devido ao seu sabor extremamente acido.

Pertencente à família do quiabo, seus frutos parecem pequenos “quiabinhos”, porém deve se tomar o cuidado de consumir apenas seu cálice externo.


Seu chá, muito famoso, de coloração vermelha, sabor acido e frutado, deve ser feito a partir dos pequenos cálices dos frutos, colhidos ainda imaturos e colocados para secar.

Suas sementes são ricas em proteínas e podem virar farinha, ou claro, se transformarem em novas plantas.

Suas folhas também podem ser utilizadas, como exemplo o arroz de cuxá, típico do Maranhão.

Sua planta é um arbusto perene que pode chegar a 4 metros de altura, com folhagem verde ou arroxeada. Gosta de sol, e sua floração e produção ocorrem uma vez por ano.

sábado, 27 de agosto de 2016

Matos de Comer: Trevo

As plantas alimentícias não convencionais (PANC) são plantas que a maioria de nós não comemos, ou por falta de conhecimento, ou mesmo costume. Portanto, são plantas alimentícias que poderíamos consumir, mas não consumimos.

Incluem assim uma vasta gama de matos de comer ou hortaliças. Ainda, frutas silvestres e cultivadas em vários lugares; alguns tipos de grãos, vagens, feijões e cereais.

O interesse crescente por essas plantas não está somente em suas características nutricionais, mas também em sua valorização, sendo que as mesmas sofrem um sério risco de desaparecerem. Ainda, auxilia na valorização da nossa diversidade nativa, popularizando o seu uso em determinadas regiões.

Da serie Matos de comer, a quarta planta a ser citada é o: Trevo


Também chamado de azedinho, os trevos podem ser comidos, porém em poucas quantidades, devido ao ácido oxálico, sendo tóxicos em excesso. Inclusive, é essa substância que deixa o trevo com esse sabor.

Crescem por toda parte, com pequenas folhas verdes, formando um trevo, às vezes de 3 folhas, as vezes de 4 folhas, das mais diferentes tonalidades de verde, e as vezes até roxas.

Além de suas folhas, seus bulbos também podem ser consumidos, mas com a mesma regra citada acima.

Bulbos de Trevo. Foto: Come-se


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Matos de Comer: Taioba

As plantas alimentícias não convencionais (PANC) são plantas que a maioria de nós não comemos, ou por falta de conhecimento, ou mesmo costume. Portanto, são plantas alimentícias que poderíamos consumir, mas não consumimos.

Incluem assim uma vasta gama de matos de comer ou hortaliças. Ainda, frutas silvestres e cultivadas em vários lugares; alguns tipos de grãos, vagens, feijões e cereais.

O interesse crescente por essas plantas não está somente em suas características nutricionais, mas também em sua valorização, sendo que as mesmas sofrem um serio risco de desaparecerem. Ainda, auxilia na valorização da nossa diversidade nativa, popularizando o seu uso em determinadas regiões.

Da serie Matos de comer, a terceira planta a ser citada é a: Taioba



Planta nativa muito conhecida, a taioba pode chegar a mais de um metro de altura, sendo sua coloração verde e o formato de coração. Seu sabor é parecido com couve e o espinafre, porém mais suave. Por apresentar essa coloração, sendo rica em clorofila, é muito usada em sopas, caldos e como "charutos".


"Charutos" de Taioba. Foto: Alimentação segura

Seu consumo se dá após seu cozimento, já que crua dá muito ardência a boca, podendo levar a graves problemas de saúde. Portanto, para o seu uso, remova as partes mais grossas da folha, pique-a e ferva-a, a fim de retirar suas toxinas.

Além de suas folhas, sua raiz e cormo* também podem ser consumidos.

Gosta muito de ambientes sombreados e úmidos e se multiplica a partir de brotos em torno da planta-mãe.

Para não ocorrer confusão, já que existem plantas muito parecidas com a Taioba, leia essa matéria de identificação:
http://www.matosdecomer.com.br/2014/06/taiobas-confusao-guia-definitivo-de.html

Vale lembrar que essas informações foram obtidas através de estudos. Jamais poderão ser utilizadas plantas, raízes e frutos desconhecidos, podendo os mesmos ser tóxicos, ocasionando alergias até a morte.

Quando fizer a opção por PANC é de extrema importância ter a certeza que de fato são alimentícias. Para isso você pode consultar o livro Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, resultado de 10 anos de trabalho dos autores Valdely Kinupp e Harri Lorenzi.


*cormo: caule subterrâneo, semelhante ao bulbo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Matos de comer: Lírio-do-brejo


As plantas alimentícias não convencionais (PANC) são plantas que a maioria de nós não comemos, ou por falta de conhecimento, ou mesmo costume. Portanto, são plantas alimentícias que poderíamos consumir, mas não consumimos.

Incluem assim uma vasta gama de matos de comer ou hortaliças. Ainda, frutas silvestres e cultivadas em vários lugares; alguns tipos de grãos, vagens, feijões e cereais.

O interesse crescente por essas plantas não está somente em suas características nutricionais, mas também em sua valorização, sendo que as mesmas sofrem um serio risco de desaparecerem. Ainda, auxilia na valorização da nossa diversidade nativa, popularizando o seu uso em determinadas regiões.

Da serie Matos de comer, a segunda planta a ser citada é o: Lírio-do-brejo


Da mesma família do gengibre, o lírio-do-brejo possui uma folhagem verde muito ornamental, apresentando flores brancas e perfumadas, perfume que lembra os lírios-do-campo.

Suas flores são comestíveis e inclusive podem ser consumidas cruas.

Sua raiz espessa e rosada, apesar de não ser muito picante, pode substituir o gengibre em diferentes receitas. Ainda é rica em fécula, podendo ocorrer sua extração e posterior utilização na indústria alimentar.

Suas folhas podem ser utilizadas para assar carnes e peixes, enrolando-as na carne e colocando-as sobre as brasas.

Como o nome sugere, a planta aprecia regiões de brejo, com solos ricos em matéria orgânica e úmidos, devendo ser cultivada na sombra. Apresenta grande potencial invasivo, por isso sua área de plantio deve ser bem planejada a fim de não ocorrer invasões em áreas indesejáveis.


Vale lembrar que essas informações foram obtidas através de estudos. Jamais poderão ser utilizadas plantas, raízes e frutos desconhecidos, podendo os mesmos ser tóxicos, ocasionando alergias até a morte.

Quando fizer a opção por PANC é de extrema importância ter a certeza que de fato são alimentícias. Para isso você pode consultar o livro Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, resultado de 10 anos de trabalho dos autores Valdely Kinupp e Harri Lorenzi.


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Matos de comer: Vitória-régia


As plantas alimentícias não convencionais (PANC) são plantas que a maioria de nós não comemos, ou por falta de conhecimento, ou mesmo costume. Portanto, são plantas alimentícias que poderíamos consumir, mas não consumimos.

Incluem assim uma vasta gama de matos de comer ou hortaliças. Ainda, frutas silvestres e cultivadas em vários lugares; alguns tipos de grãos, vagens, feijões e cereais.

O interesse crescente por essas plantas não está somente em suas características nutricionais, mas também em sua valorização, sendo que as mesmas sofrem um serio risco de desaparecerem. Ainda, auxilia na valorização da nossa diversidade nativa, popularizando o seu uso em determinadas regiões.
Selecionei sete (7) PANC para conhecermos durante essa semana, assim diariamente será postado um texto sobre uma delas.

Como vocês a serie: Matos de comer.

A primeira planta a ser citada é a: Vitória-régia


A vitória-régia é uma planta aquática emblemática da Amazônia. Suas folhas verdes circulares podem chegar a 3 metros, formando bordas em suas laterais.

Suas flores, que abrem somente à noite, são parecidas com rosas, apresentando perfume adocicado. Após sua floração apresentam coloração branca, porém com sua polinização se tornam da cor rosa claro.
Suas flores são comestíveis, não precisando de nenhum tratamento para seu consumo.


Suas sementes e rizomas também podem ser consumidos, sendo ricos em ferro e amido. Inclusive as sementes, que são provenientes dos frutos, podem ser utilizadas como pipoca e até na fabricação de tapioca.
Sua folha é utilizada pelos índios como laxante e com propriedades cicatrizantes.

Vale lembrar que essas informações foram obtidas através de estudos. Jamais poderão ser utilizadas plantas, raízes e frutos desconhecidos, podendo os mesmos ser tóxicos, ocasionando alergias até a morte.

Quando fizer a opção por PANC é de extrema importância ter a certeza que de fato são alimentícias. Para isso você pode consultar o livro Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, resultado de 10 anos de trabalho dos autores Valdely Kinupp e Harri Lorenzi.


domingo, 21 de agosto de 2016

Você sabe o que está comendo?


Em julho de 2016 a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) proibiu a venda e distribuição de um lote de extrato de tomate de uma marca bastante conhecida.
Essa proibição se deu, pois, o lote estava acima do limite máximo de tolerância estipulado pela legislação vigente para pelos de roedores*.

Quem tiver curiosidade de ler e verificar a referida norma, abaixo o link:
http://portal.anvisa.gov.br/documents/33880/2568070/rdc0014_28_03_2014.pdf/9a5267c3-848f-4c62-b305-e63f25d6118e

Esse limite permitido é estabelecido buscando alguns requisitos mínimos de “matérias estranhas” em alimentos e bebidas.

No caso citado o limite máximo da legislação é de 1 pelo em 100g de extrato, o que quer dizer que o referido lote estava acima deste limite, ocorrendo sua proibição.

Vejamos agora uma pequena lista desses materiais estranhos e seus limites máximos em determinados alimentos:



Ficou curioso? Entre no link da norma e veja os limites determinados em outros alimentos e bebidas.

* roedores: rato, ratazana e camundongo, inteiros ou em partes;
** insetos: baratas, formigas, moscas que se reproduzem ou que tem por hábito manter contato com fezes, cadáveres e lixo, bem como barbeiros, em qualquer fase de desenvolvimento, vivos ou mortos, inteiros ou em partes;


quinta-feira, 7 de abril de 2016

Limão Cayne

Da série: que limão é esse?

Hoje a matéria vai mostrar um limão diferente, que talvez você não conheça.

O Limão Cayne, chamado também de Bilimbi (devido ao seu nome cientifico Averrhoa bilimbi), ou limão Caiena (aqui no Brasil), é uma espécie pertencente à família Oxalidaceae, a mesma da carambola.


Sua principal característica é o sabor azedo, assim são usados principalmente na produção de vinagre, picles, geleias e no preparado de pratos do sul da Índia, sendo utilizado ainda para os tratamentos de hiperlipidemia*, hipertensão e diabetes por diferentes comunidades, além do uso local nas picadas de criaturas venenosas.

Seus frutos cilíndricos, quando maduros, apresentam pele fina e textura macia, suas sementes são pequenas e em número que varia de 3 (frutos pequenos) a 15 (frutos grandes). Com polpa suculenta, seu suco representa em média 75% do total, apresentando elevados níveis de ácido oxálico** (9 mg g-1), podendo ser utilizado para remover manchas de ferrugem de roupas e dar brilho a utensílios metálicos.



Sua arvore é cultivada nos estados do Rio de Janeiro, Amazonas, Pará e Santa Catarina, porém sua distribuição ocorre em todo o território nacional.

E aí, ficou curioso para saborear o Cayne?


*níveis elevados de gorduras no sangue.
*composto que ingerido em altas concentrações pode acarretar em efeitos danosos à saúde.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Manteiga x Margarina

É muito comum ocorrer certa confusão quando o tema é manteiga e margarina. Algumas pessoas acham que elas são iguais, porém, esses produtos são bem diferentes entre si.
A manteiga é um produto alimentar obtido a partir da nata, logo é um alimento proveniente da cadeia animal.
Já a margarina é proveniente de gorduras vegetais.
Portanto, já vemos uma das principais diferenças entre manteiga e margarina, sua origem.

Outro aspecto importante são as gorduras encontradas em cada uma delas.
Na manteiga predominam o colesterol e a gordura saturada, comuns em alimentos de origem animal.
Já a margarina, que é fabricada através do processo de hidrogenação*, contem gordura trans. Esse processo é feito de forma artificial, afim de sua conservação, por maior período de tempo, e aparência.

Assim, o período de conservação entre elas também é diferente. A manteiga deve ser armazenada sob refrigeração até 90 dias antes e 10 dias após aberta. Enquanto a margarina pode ser conservada até 6 meses antes de ser aberta e até 30 dias depois, também refrigerada.

Observado que o consumo exagerado de manteiga pode acarretar problemas cardiovasculares e o excesso de margarina pode elevar o colesterol ruim.


*A hidrogenação ocorre na presença de catalisadores e o hidrogênio gasoso é incorporado nas duplas ligações dos ácidos graxos insaturados, transformando-os em saturados.